Apontou, mediu — a praticidade do termômetro infravermelho o tornou onipresente em recebimento de alimentos, manutenção e processos. Mas a medição sem contato tem sutilezas que a tornam especialmente dependente de calibração periódica.
Por que o infravermelho merece atenção especial
A leitura depende de fatores como a emissividade da superfície medida, a distância do alvo e as condições do ambiente. Pequenos desvios internos do equipamento se somam a esses fatores — e só a calibração contra padrões rastreáveis revela o quanto o aparelho se afasta da verdade.
Como a calibração é feita
O termômetro é apontado pra fontes de referência com temperatura conhecida e rastreável, em pontos da faixa de uso. O certificado apresenta os erros encontrados e a incerteza — com ele, você sabe se o equipamento atende à tolerância do seu processo (no recebimento de alimentos, por exemplo, isso sustenta seu plano APPCC).
Boas práticas de uso entre calibrações
- Respeite a relação distância-alvo do fabricante (medir de longe demais "mistura" áreas);
- Atenção à emissividade configurada pra superfícies brilhantes;
- Evite mudanças bruscas de ambiente antes de medir;
- Proteja a lente — sujeira altera a leitura.
Calibre junto com o resto da temperatura
O mesmo atendimento in loco que calibra seu infravermelho cobre termômetros digitais, termo-higrômetros e câmaras frias — todos os pontos de temperatura da sua operação, numa visita.
A Exatitec atende in loco em todo o Brasil, com certificado rastreável RBC em até 5 dias úteis, etiqueta QR Code e software de gerenciamento incluso.
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