Da água purificada da farmacêutica ao efluente da estação de tratamento, a condutividade é um dos parâmetros de controle mais universais — e o condutivímetro só cumpre seu papel se estiver comprovadamente calibrado.
A célula é o coração (e o ponto fraco)
A medição depende da constante da célula de condutividade — e ela muda com incrustações, desgaste e uso. Somado à deriva eletrônica do aparelho, o resultado é um desvio silencioso que só a comparação com referências rastreáveis revela.
Como funciona a calibração
O equipamento é avaliado contra soluções de referência rastreáveis em pontos da faixa de uso, e o certificado documenta erros e incerteza. Com ele, você sabe se o medidor atende à tolerância do seu controle — e tem o documento que a auditoria pede.
Cuidados entre calibrações
- Limpe a célula conforme o fabricante — incrustação é a vilã número um;
- Use soluções de referência válidas e bem armazenadas;
- Atenção à temperatura: condutividade é sensível a ela;
- Registre verificações intermediárias em pontos de controle.
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